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Esporte
 

Natação paraolímpica


Modalidade de alto rendimento praticada por atletas com deficiência que são destaques no cenário mundial


Bartira Betini

Beto Monteiro Exemplus CPB
Verônica fez da natação seu ideal de vida

Modalidades
Na natação competem atletas com deficiência física e visual em provas como dos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nas modalidades de peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional.
As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do "tapper", por meio de um bastão com uma ponta de espuma, quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Beto Monteiro Exemplus CPB
Daniel já ganhou quatro vezes o prêmio de melhor atleta

Mudança de vida
Daniel Dias, atualmente o principal nome da natação paraolímpica brasileira, descobriu o esporte aos 16 anos, quando assistiu às Paraolimpíadas de Atenas em 2004 pela TV. O nadador paulista, que teve má-formação congênita, foi escolhido pelo Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) como o atleta do mês de agosto, após a brilhante participação no Campeonato Mundial de Natação do IPC 2010, que ocorreu na Holanda quando conquistou sete medalhas de ouro. De todas as provas que disputou, só não quebrou recorde nos 50m costas e nos 100m peito. O atleta quebrou um recorde das Américas, além de bater cinco recordes mundiais (50m, 100m e 200m livre, 50m borboleta e 200m medley). Daniel também ganhou quatro vezes o prêmio de melhor atleta paraolímpico - três promovidos pelo COB e um pelo Instituto Superar.
Assim como Daniel, Verônica Mauadie, que tem uma doença degenerativa rara, fez da natação seu ideal de vida. "Quando a doença avançou, encontrei na minha família a maior força", lembra. Assim que começou a usar cadeira de rodas, recebeu um prognóstico negativo dos médicos. "Disseram que minha expectativa de vida era de um ano." Medalhista paraolímpica e mundial, ela conta que resolveu nadar e renasceu. "Fui para Pequim em 2008 como a décima do ranking mundial. Dediquei-me ao máximo e deu certo. Tornei-me a primeira mulher brasileira a ganhar uma medalha paraolímpica. Levei o bronze, o que significou pra mim uma medalha de ouro."


Serviço
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Site:
www.cpb.org.br

 

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